A Filha que Você Queria Ter

UMA ENTREVISTA COM MARINA RUY BARBOSA

 

Podem dizer que sou cafona, não ligo. Mas que Marina Ruy Barbosa parece uma daquelas bonecas de biscuit ou um camafeu, parece. Só que, aos 18 anos e nove de carreira, ela é muito mais do que uma beleza ruiva natural. Talentosa, inteligente e preocupada com gatos abandonados nas ruas do Rio – leva-os para casa, cuida e consegue quem os adote -, a atriz encara seu primeiro desafio na TV: ser Maria Isis, amante do José Alfredo de Medeiros (Alexandre Nero), explorada pelos pais e execrada pela ex do Comendador, em Falso Brilhante, próxima novela das 21h da Globo. E Marina está animadíssima com a sua personagem interiorana que esbanja sensualidade, mas tem um quê de ingenuidade. A partir do quarto capítulo da trama, ela poderá ser vista, com as madeixas cortadas na altura dos ombros e figurino tentador. Namorada do ator Klebber Toledo há três anos, ela fala sobre personalidade forte, experiências sensitivas, virgindade,e a grife que está lançando, entre vários assuntos que vocês vão adorar. 

texto: Simone Magalhães

fotos: Fco. Patrício

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Maria Isis sonha mesmo em ser modelo ou uma moça esperta que veio de São Fidélis (interior do Estado do Rio) para a capital arranjar um homem rico?

Eu li a sinopse e recebi os primeiro capítulos. Ela aparece na novela no quarto capítulo, já com 22 anos, mas conheceu o Comendador aos 18. Pelo que entendi foi por acaso o encontro deles, se esbarraram perto da Império (joalheria). Acho que ela veio mesmo para o Rio tentar a vida de modelo, e acabou se encantando, admirando e se apaixonando pelo José Alfredo – pela pessoa que ele era, e a segurança que poderia dar à minha personagem.

Ela era pobre?

Era. Com 18 anos ainda era uma menina, mas ele trouxe uma maturidade muito grande para ela, ensinou muita coisa que Maria Isis não tinha acesso no interior.Acho que pra você amar uma pessoa, um dos princípios é a admiração. Não foi por interesse. Eu acho que ela pode fazer algumas loucuras, por conta da mãe, Magnólia (Zezé Polessa), que é uma aproveitadora. Mas também pode fazer qualquer loucura por amor ao José Alfredo, para segurá-lo, tê-lo por perto.

Maria Isis não sente que é usada por ele?

Acho que os dois se usam. Ela usa a experiência, a maturidade que ele tem, e a segurança que dá; ele usa a companhia, o carinho…

Mas ela pensa em ter uma situação mais estável, casar-se com o Comendador?

Acho que no começo ela está satisfeita com o que ele proporciona, mas com o tempo quer mais daquele relacionamento.

Você não acha que os pais de sua personagem, Magnólia e Severo (Tato Gabus), estão prostituindo a filha quando pegam o dinheiro da mesada dela para ter boa vida em Copacabana?

Eles se aproveitam mesmo. Quando se mudam pra Copacabana para ‘proteger’ a filha, na verdade estão ali para tirar uma casquinha.

Eles são mau-caráteres?

Acho que estão se aproveitando da situação, não sei até que ponto vão demonstrar mau-caratismo. E como o Aguinaldo (Silva, autor da novela) vai desenvolver isso.

E tem ainda o Roberto, o irmão vive às custas dela.

Também. Ele não gosta de trabalhar, é preguiçoso e quer encontrar umamulher rica que o banque. Às vezes, a gente lê na sinopse, mas nos capítulos tudo pode mudar. (pausa). Pensando naquilo que você falou antes, não sei se é prostituição… Acho que ela é a ‘cachorrinha’ do Comendador.

Por que não dá um basta nessa extorsão da família? Ela não pensa no futuro?

Acho que ela está vivendo um dia de cada vez. Pelo que vejo da Maria Isis, ela tem uma malícia de mulher e, ao mesmo tempo, uma ingenuidade de menina. Ela ama o José Alfredo de verdade, e vai se envolvendo cada vez mais. Não sei se tem essa visão de futuro, de ficar rica. Ela gosta de estar com ele.

 

PERSONALIDADE FORTE, DECIDIDA E MADURA

 

Pensando bem, se não fosse algo mais profundo, não duraria quatro anos. Ele teria trocado Maria Isis por outra, não?

É, não duraria. Ele é um pouco carente, também. E tem aquela história mal resolvida com a Eliane (Malu Galli), seu grande amor do passado. Ele não se apega realmente a ninguém. Acho que ele tem medo.

O Klebber Toledo é nove anos mais velho do que você. Acha que se apaixonaria por um homem de 50 anos?

Não sei… Tudo é muito relativo. Como te falei: o amor acontece por vários motivos. O Klebber é o meu primeiro namorado. A nossa diferença de idade é grande, mas acho que com o tempo não vai parecer tanto. Eu admiro a pessoa, o jeito dela, o caráter. Isso não tem a ver com a idade.

Mas você não se vê com alguém tão mais velho como o Comendador?

Não me imagino. Namoro com o Klebber há três anos, o meu coração já está preenchido (risos).

Quando a mulher está no auge da vida, um homem idoso pode não querer  acompanhá-la, podá-la, aí vem as brigas…

Mas quando você está num relacionamento, também tem que se adaptar. Por amor tem que fazer escolhas, abdicar de certas coisas para a relação dar certo.

Até que ponto vai o ‘se adaptar’? Ele chega ao ‘se anular’?

Se anular nunca! Não pode deixar de viver a sua vida para viver a do outro, e sim saber viver a dois.

Você nunca largaria seu trabalho se pedissem?

Não! Amo meu trabalho. É ele que me move.O Klebber sabe disso, que sinto muita falta quando não estou trabalhando. Tenho paixão pelo que faço. Não tem como abdicar.

Você tem personalidade forte.

Tenho, sim!

Parece uma pessoa decidida…

Eu sou muito decidida. Acho que porque comecei muito pequenininha, com 9 anos. É uma profissisão difícil, tem que ter muita responsabilidade, e eu estudava e trabalhava ao mesmo tempo. Mas foi uma escolha minha, algo que sempre amei. Na vida você tem que ser decidida mesmo, correr atrás do que quer, se posicionar. E sempre tive o apoio da minha família, que foi importantíssimo.

Você ouve o que seu pais falam, mas a decisão é sua ou deles?

A decisão é minha.

Desde que começou a trabalhar?

Sempre ouvi muito o que eles falaram, mas também levo em conta o que acho, o que estou sentindo, para fazer as coisas de acordo com que penso. Mas nunca fui muito maluquinha.(risos)

Suas decisões são racionais.

É, sempre pensei e tentei escolher o melhor.

E sempre deu certo?

Acho que toda decisão que você toma, perde de um lado e ganha de outro. Sempre há prós e contras. Nunca dá para ter certeza. Você tem que escolher e fazer as tentativas.A vida é feita de tentativas.

Você estará agarrada ao Comendador em cenas calientes. Seu namorado pode sentir ciúmes?

Acho que a gente já passou dessa fase, sabemos dividir bem trabalho de vida pessoal. Nossa vida profissional tem que ser bacana para os dois.

Ele critica seu trabalho, e você o dele, ou ficam melindrados em falar?

Estamos juntos há três anos, ele é meu primeiro namorado, e chega um momento que já há muita intimidade. Você se preocupa, claro, nunca vai querer machucar a outra pessoa, e tudo é o jeito de falar. Mas acho que já existe a intimidade de poder dizer o que pensa, para ajudar. A gente se ajuda, troca muito, não só na vida pessoal como no trabalho. E isso é ótimo.

 

EXPERIÊNCIAS SENSITIVAS QUE TORNAM-SE REALIDADE

 

Quando o Comendador resolve afastá-la de sua vida, Maria Isis diz que está grávida.

Eu sei que isso acontece, mas ainda não conversei com o Papinha (Rogério Gomes, diretor de núcleo da novela). E fico imaginando as outras coisas que ela pode fazer para mantê-lo por perto.

Ela tem pesadelos, uns surtos, atitudes agressivas…

Acho que é muita pressão. Ao mesmo tempo em que está apaixonada – quer que seja uma coisa pura, recíproca -, ela está sofrendo a pressão da mãe. Magnólia coloca na filha uma responsabilidade que ela não tem, que não deveria ter com 18 ou 22 anos, de manter aquela família com o que recebe do José Alfredo. Era para Maria Isis viver aquele momento sem interferência. A mãe tinha que estar ali para apoiar, ajudar, bater papo, aconselhar, mas não para pressionar em busca do dinheiro.

E sei que você, na vida real, também tem pesadelos.

Acho que sou um pouco sensitiva.

Então, você tinha muito a ver com a Aninha, que interpretou na novela ‘Começar de Novo’ (2004)?

Ela era um anjinho que tentava salvar o Marcos Paulo. (pausa)Nossa… Pensando agora… É muito louco isso, né?

Você já teve muitas experiências sensitivas?

Não sei se é coincindência, mas a gente acaba achando que aquilo é uma coisa que não é natural.

Por quê? Você pensa e acontece?

Às vezes, eu penso. Às vezes, tenho sonhos. E aquilo acontece. Mas não é sempre. É de vez em quando.

E os pesadelos? São sobre fatalidades?

Não, nada muito pesado. Nada de morte, do mundo acabar, nada assim.

Você acha que esses sonhos ruins e problemas que Maria Isis enfenta fazem parte da ansiedade dela em resolver a situação com José Alfredo?

Acho que tudo isso acontece por causa da confusão na cabeça da minha personagem. Qualquer loucura que ela fizer, qualquer desequilíbrio, pode ser por conta desse amor e até virar uma obsessão.

E ela ainda vai sofrer mais pressão quando a Maria Marta (Lilia Cabral) descobrir o caso do Comendador.

Vai ter barraco! (risos)

Maria Isis se aproxima de quem tem carinho por ela, o João Lucas (Daniel Rocha). Aí, fica a questão…

Ela está fazendo isso pra provocar o Comendador ou porque realmente se interessa por João Lucas? (risos) Ou ela está vendo alguma coisa nele do pai mais jovem? Vai saber… Acho que há várias possibilidades.

Tem um momento em que os pais se afastam, mas quando ela volta a ter dinheiro, reaparecem e Maria Isis os rejeita.

Isso mostra que ela tem personalidade, não é uma bobinha. É uma moça que tem desejos de mulher, com medos de menina. Na hora do ‘vamos ver’, ela coloca a opinião dela.

E por falar em desejos de mulher, que já foi até uma novela da Globo, sua personagem vai aparecer de baby-doll e calcinha com o Comendador?

Eu estou muito animada! Eu me apaixonei de cara pela Maria Isis por ser também uma personagem diferente de tudo o que já fiz, mais complexa, mais densa. É um grande desafio, e todo ator precisa de oportunidades assim. Eu comecei muito novinha e o público vai acompanhando o meu crescimento e amadurecimento a cada personagem. Sempre gostei do trabalho do Aguinaldo, então foi tudo isso que me animou muito e também porque o figurino vai ser bem diferente: barriguinha de fora, calcinha e sutiã, decote e shortinho. Ela vai ficar quase sem maquiagem. Ela tem uma sensualidade natural, que aflora. Ela não é vulgar, não é periguete.

E vai ter cena de silhueta nua?

Não sei ainda, acredito que se o Aguinaldo escrever algo assim, vai ter um motivo, um porquê. Se for necessário, estou supertranquila.

Mas o telespectador poderá ter dúvidas diante das nuances do comportamento dela: será uma cobra ou boazinha, mas produto do meio?

Eles vão ficar na dúvida, até eu mesmo! A gente nunca sabe como o Aguinaldo vai conduzir a personagem.

E em que referências você se inspirou?

Eu vi um filme muito bom do Bernardo Bertolucci, ‘Beleza Roubada’ (1996). A Lucy, interpretada pela Liv Tyler, é sensual, mas não estava nem aí, e os caras ficavam loucos por ela. É de uma inocência, de uma naturalidade que atrai. Vi também ‘Lolita’, as versões de 1962 e 1977, e ‘O Leão no Inverno’ (1968).

 

   ‘Virgindade, sexo, não têm regra: cada um tem a sua hora’

 

Você é filha única. Quando era menor sentia-se sozinha, pedia um irmão?

Nunca pedi. E nunca me senti sozinha, porque quando fiquei um pouquinho mais velha, já comecei a trabalhar, fiquei perto de muita gente, sempre tive bons amigos e uma ótima base familiar.

Acha que até por ter estudado em colégio religioso, tem uma postura conservadora ou diferente da das meninas de sua idade?

Acho que a palavra não é nem conservadora. Eu sou muito família. E, graças a Deus, nunca precisei fazer nada escondido dos meus pais, sempre fui muito amiga deles. O Klebber também é muito amigo dos meus pais,  frequenta minha casa. Sempre tive essa cabeça de ser uma menina familiar, gosto de estar em casa, e da companhia do meu pai e da minha mãe.

Quando você deu seu primeiro beijo…

Contei pra minha mãe na hora! Para o meu pai, eu falei um pouquinho depois (risos). E ela (a mãe, Gioconda) nunca foi de falar: ‘Meu Deus, acho que você não deveria ter feito isso’.

Ela conversa sobre tudo com você: drogas, sexo, tipos de violência?

Tudo.

Desde sempre, de que era pequena?

Desde sempre. E acho isso muito bacana. A gente tem uma relação muito aberta. Ela não me ‘prende’ pra não fazer nada, só me dá opinião e conselhos pela vivência, pela experiência que tem. E eu uso a minha opinião em cima do que ela me fala. Acho que, às vezes, as pessoas me veem muito com a minha mãe, com meu namorado, e falam: ‘Nossa, a mãe não a deixa sozinha’. Não é isso. É porque eu gosto de ter os meus pais por perto.

Hoje em dia é difícil ver uma relação tão próxima entre jovens e pais.

Mas é uma bobagem, né? Eu tenho que valorizar a presença deles. Estão bem, com saúde, e podem estar ao meu lado.

Você nunca tem medo de sua mãe ir contra algo que você não espera? Por exemplo, você está há três anos com o Klebber, seu primeiro namorado, consequentemente a pessoa com quem você transou pela primeira vez. Ela conversou sobre isso?

Tem coisas que fazem parte da vida de qualquer mulher, que é o natural, o normal. A gente já se expõe tanto na profissão, fala às vezes sobre nossa vida pessoal… E existem coisas que acho que só dizem respeito a nós.

Você é virgem?

Não vou falar (risos). Gente, eu sou uma menina normal, com 18 anos, e namoro há três anos. Essa coisa de virgindade, de sexo, não tem regra. Cada um tem a sua hora, o seu momento. O legal é ter isso com alguém bacana, que esteja na mesma sintonia que você.

Acha que para transar é preciso estar apaixonada?

Acho que precisa querer e pronto! E que a mãe tem que saber falar (sobre o assunto) para não criar um monstro.

 

MARINÁTICAS, PENSAMENTOS POSITIVOS E RICK MARTIN

 

 

Você gosta muito de falar sobre você no Twitter. É uma forma de desabafo?

Eu gosto muito de ir lá, e dividir o que acontece comigo com os fãs.

Eu vi a foto da menina que tatuou no braço MRB, com uma ‘moldura’ em volta.

Essa fã que tatuou minhas iniciais me acompanha há quatro, cinco anos, e me deixou emocionada.

Ela é uma ‘marinática’ (junção de Marina com fanática) legítima!

Ela é! (risos)

Como surgiram as ‘marináticas’?

Foi uma invenção das próprias fãs. Acho muito legal isso! Eu gosto de ter um contato frequente com elas.

Quantos seguidores você tem nas redes sociais?

No Twitter são cerca de 700 mil. No Instagram, 1 milhão. O Facebook eu não uso muito, mas acho que tem 600 mil agora. É muito legal receber todo esse carinho. Gosto de saber o que eles falam, pensam, trocam. Sempre dou uma olhadinha e respondo.

De vez em quando, você promove um minichat, e eles perguntam sobre tudo.

Eles é que pedem (risos). Aí, no dia em que tenho mais tempo livre, fico lá, respondendo. Antigamente era twitcam, mas hoje não dá para fazer isso. Respondo pelo celular mesmo, mas não deixo de dar uma teclada com eles. É gostoso, sabe? São pessoas que acompanham meu trabalho, que torcem por mim, que me admiram e sempre mandam uma mensagem positiva. E é interessante como você, de longe, está influenciando outras pessoas, fazendo bem a elas, de certa forma. Tem uma frase que eu falo e os fãs adotaram: “Acredita que acontece”. Muitos passaram a ter esse lema para a vida. Quando você tem pensamentos positivos e mentaliza, as coisas boas acontecem. É daquele livro também ‘O Segredo’, da Rhonda Byrne.

Você gosta do assédio? Tem paciência em tirar fotos, dar autógrafos?

Pois é… Tem gente que não tem, mas eu tenho muita. Posso tirar várias fotos num dia, mas para aquela determinada pessoa é a única vez que vai me ver na vida. Posso estar num lugar que nunca mais vou voltar, e é a única oportunidade que ela terá de me encontrar. É um momento especial para ela, não posso decepcioná-la. Por exemplo, conheci Rick Martin, que estava hospedado em um hotel em Ipanema, e ele foi um amor.

Você é fã dele?

Eu estava com uma amiga, e ela adora o trabalho dele, ama as músicas, e me disse: ‘Vamos lá, tirar uma foto’. Eu também tirei. Mas se ele não tivesse sido muito simpático, ficaria aquela impressão: ‘Poxa, que decepcionante’. Porque é a única vez que vou encontrá-lo na vida. Ou talvez não. Não sei. Mas ele foi ótimo, falou pra postar no Instagram, brincou comigo, foi fofo. Ele fala bem o português. E isso mostra que quer ter uma relação mais próxima com os fãs brasileiros.

 

SANDÁLIAS, RÍMEL E TURMALINAS

 

 

Você está sempre no rol das atrizes mais bem vestidas. Você gosta de moda?

Nunca fui de me preocupar com isso. Eu mesma escolho as roupas que vou usar. Não gosto de seguir moda, e sim do que serve em mim, do que tenha a minha cara. Tenho amigas que adoram marcas. Mas não ligo.

Soube que você lançou uma grife de sapatos.

Lancei um linha com o meu nome para a UZA Shoes. Esta que estou usando (uma sandália de couro, rajada, de salto alto, fino) é da minha linha. Tem tudo: sandálias, sapatos, botas, sapatilhas, chinelinhos . E fiz questão de que fossem acessíveis ao público.

E o que faz para manter a forma?

Nunca gostei de exercícios que eu não sentisse prazer. Fazia musculação, e me sentia entediada. Hoje, faço aula de (ginástica) localizada e boxe. Em relação à alimentação, evito refrigerantes e frituras, como mais grelhados, saladas, massas no almoço, e não à noite. Não sou radical. Não faço nada pra enlouquecer, posso comer alguma coisa diferente. Minha preocupação é a saúde.

Seu cabelo é motivo de admiração de muitas mulheres…

Mas eu não faço nada. Mesmo! Uso o shampoo que tiver em casa, só, de vez em quando, eu passo creme pra hidratar as pontas. Não tenho cuidados especiais, uso um hidratante nos cotovelos e nos joelhos, esmalte clarinho – quase sempre -, e blush e rímel para sair. Não tenho essa coisa da glamourização. Tem momentos que saio de chinelos, descabelada (risos). Sabe aquele filme Um Lugar Chamado Nothing Hill? A personagem da Julia Roberts fala para o do Hugh Grant: ‘Tem homens que dormem com a atriz e acordam com a realidade’.(risos) Tem que ser feliz e pronto.

Quando falei com você pela primeira vez, na festa de lançamento de Belíssima (2005), você tinha muito mais sardas no rosto. Ou foi impressão minha?

Quando fui gravar a novela na Grécia peguei muito sol. Usava protetor, mas quando pego mais sol do que o normal aparecem mais sardas. Mas eu gosto de praia (risos). No início do ano fui a (Fernando de) Noronha. É muito bom pra relaxar. A Baía do Sancho foi eleita a praia mais linda do mundo (pelo site especializado Trip Advisor). Tem tanto lugar lindo no Brasil, que muita gente não conhece.

 

 

Não tem jeito: além de muito bonita e antenada, você é considerada estilosa. Vamos conferir isso?(risos)

ESTILO DE VESTIR –

“Eclético. Posso usar vários estilos, tendências, cores, dependendo do dia, do momento, do evento.”

ESTILO MUSICAL –

“Amo MPB! Adoro Marisa Monte, Vanessa da Matta, Maria Rita, Cazuza… E dos internacionais adoro Beatles”.

ESTILO OSTENTAÇÃO: JOIA OU BIJU? – 

“Uma boa biju, pra mim, está ótimo. Mas descobri que ter poucas e boas joias é muito bom. O Klebber foi quem me fez gostar mais de joias. Além do anel (de compromisso), me deu um conjunto de brincos e colar, da Lydia Dana, em ouro com turmalinas, e uma tornozeleira com figa e quatro pecinhas de ouro, significando amor, paz, trevo de quatro folhas e sorte no trabalho. O Klebber é muito romântico. Quando me chamaram pra fazer Falso Brilhante, ele me mandou flores. Sempre se lembra dos dias especiais. Eu sou mais desligada para datas. Ele é maravilhoso”.

Fonte: http://asdigital.tv.br/portal/?p=9733

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