Filmes que se passam durante o carnaval

Oi meninas!!!

Lá fora, as pessoas associam o Brasil quase imediatamente ao carnaval. Aqui dentro, costumamos dizer que o ano só começa mesmo depois que ele acaba. Não é à toa que no cinema muitas histórias de ficção, tanto dos gringos, quanto nossas, se passem inteira ou parcialmente durante esses dias de folia. Selecionamos alguns filmes e uma série cujas tramas se desenvolvem durante o feriado mais famoso do país.

Rio

Rio conta a história de Blu, uma arara azul, vítima da  Bio-Pirataria do Brasil. Quando era apenas um filhote, Blu foi capturado e derrubado, por acidente, em Minnesota, Estados Unidos. Linda, na época apenas uma garotinha, o acha e decide cuidar dele. Eles viram os melhores amigos e Linda cresce para se tornar dona de uma biblioteca. Blu, é o típico animal de estimação mimado, e como foi acolhido pela menina desde pequena, não aprendeu a voar.
Quinze anos depois de Blu aparecer na porta de Linda, Túlio, um cientista carioca, aparece em busca da Arara. Blu é o último macho da espécie, e Túlio tem, engaiolada, a última fêmea da espécie, Jade. Então Túlio requisita, encarecidamente, que Linda vá para o Rio com Blu, a fim de reproduzir os dois e dar uma chance para a espécie. Depois de muito pensar, Linda decide ir para o Brasil com Blu.
Jade é uma Arara selvagem, desconfiada de humanos, e decide fugir. Entretanto, antes de que ela tenha sucesso, as duas Araras são capturadas por contrabandistas e Algemadas juntas. O maior efeito complicador de tudo, é que Blu não sabe voar.
Rio dá ao Rio de Janeiro, palco do filme, uma idéia bem humorada, sobretudo por ser época de carnaval, utilizando-se do festejo, para dar a idéia de alegria em relação ao povo brasileiro, mostrando com as praias, o cristo e outros pontos turísticos  as belezas do país, sobretudo do Rio de Janeiro.
Orfeu
O enredo é inspirado na mitologia grega, na história de Orfeu e Eurídice. A adaptação ambientou a obra no Brasil, em uma favela do Rio de Janeiro, na época do Carnaval e é uma história romântica sobre o amor impossível de Orfeu, um compositor de escola de samba, e a jovem e bela Eurídice. O amor entre eles é puro e verdadeiro, mas impedido de acontecer por Lucinho, chefe do tráfico local, obcecado pela jovem, que perseguirá o casal.
Ó Pai, Ó
Durante o carnaval, em um cortiço no Pelourinho, em Salvador, 12 diferentes personagens buscam se divertir da maneira como podem. Roque, um pintor de carrinhos, faz trabalhos extras para participar da festa e, um dia, virar cantor; Reginaldo, motorista de táxi, dirige também trios elétricos enquanto divide suas atenções entre a esposa e a amante, a travesti Yolanda; Psilene visita a irmã depois de passar uma temporada no exterior; e a sensual Rosa trabalha no bar de sua tia Neuzão, enquanto se esquiva do assédio dos homens.

Enquanto todos se animam para a grande festa, a síndica Dona Joana decide cortar a água. O fato faz com que todos se unam, já que têm em comum o fato de odiarem a síndica do cortiço. Com o último dia da festa chegando, o clima do prédio vai entre o de solidariedade e o de tensão, com suas brigas. No meio a tanta confusão, Boca decide usar os carrinhos de café de Roque para fazer tráfico de drogas, e Seu Jerônimo resolve armar um esquema de segurança próprio para proteger sua loja.

Ó Paí, Ó é uma gíria bastante usada em Salvador que quer dizer “olhe para aí, olhe”. Na época do carnaval de 2007 houve uma discussão sobre o nome, que era defendido com ânimo por Caetano Veloso, compositor da trilha do filme. A obra é adaptada de uma peça do Bando de Teatro Olodum, da qual fez parte o protagonista Lázaro Ramos antes da fama. A peça foi escrita como protesto contra Antônio Carlos Magalhães, que havia expulsado os moradores do Pelourinho para restaurá-lo.

VIPs

Marcelo (Wagner Moura) não consegue conviver com sua própria identidade, o que faz com que assuma a dos outros. Isto faz com que passe a ter diversos nomes, nos mais variados meios. Sonhando em ser um piloto de avião como o pai, aplica seguidos golpes e se envolve em inúmeras aventuras. Uma dos mais conhecidas é quando finge ser Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea Gol, durante um Carnaval no Recife. Inspirado na história real de Marcelo Nascimento da Rocha.

Trinta

Matheus Nachtergaele, em uma performance arrebatadora, dá vida ao carnavalesco Joãosinho Trinta, mostrando sua trajetória no Rio de Janeiro, suas apresentações de ballet no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, seu desejo pelos holofotes e os aplausos, até o inovador desfile “O Rei da França na Ilha da Assombração” e a consagração de um gênio que mudou pra sempre a cultura popular brasileira.

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